AlgunsMay 31, 2010 10:40 pm
Coimbra, tens realmente muito mais encanto na hora da despedida. Venho triste, já tenho saudades… Vivia-se, respirava-se o iníco dos académicos. Cidade antiga, mas jovem, toda ela "carregada" de estudantes. Renovada a cada dia, hora, minuto… Já me queria tua, Coimbra!
AlgunsFebruary 2, 2010 9:30 pm

Sinto-me revoltada!

Sim, revoltada com este país de merda! Há pessoas que não têm o que dar de comer aos filhos porque se viram, assim, no desemprego, sem sustento… E depois, temos um Governo que aluga uma sala para uma reunião que custa 6 mil euros. Acham normal? Num país que está na ruína? "Bora lá comemorar os 100 dias de Governo!" Ridículo e revoltante!

AlgunsJanuary 21, 2010 1:14 am

 

Há quase um ano que cá não vinha escrever! Tentei várias vezes, mas pensava "e dizer o quê?", "escrever sobre?". Simplesmente, sobre nada ou coisa nenhuma, apenas que continuo-o por aqui, mesmo que não o demonstre ou o relate.

Gostava de tornar estas visitas um hábito de escrita…

AlgunsFebruary 9, 2009 4:14 pm

(Este texto foi escrito durante um exame de Introdução aos Computadores a pensar nas palavras do Ricardo. Belíssimo exame, portanto.) 

 

Os teus textos não me inspiram, porque para existir um verdadeiro acto de inspiração, desculpa-me a redundância, seria necessário que existisse em mim o verdadeiro dom do uso da palavra, como é o teu caso! Aquilo que escreves é realmente inspirado. Admirável! Fiquei, apenas, com vontade de juntar letras, torná-las sílabas, juntar as últimas e formar palavras, colocá-las numa ordem e obter uma frase, usar um ponto ali, e mais uma vírgula, as reticências (“três pontinhos”)… E, se correr bem, no final de tanta montagem e encaixe, obter algo a que possamos chamar texto! Mesmo que de qualidade medíocre, e que no final não diga nada ou muito pouca coisa.

Queria, como tu, escrever esse conjunto de letras, em perfeita harmonia. Sentidas.

As vicissitudes da vida descritas por ti por esse conjunto de frases melódicas, parecem apenas alguns contra-tempos. E não aqueles brutos arrebates que nos assombram, a que chamamos dificuldades, maus momentos. Melhor, aqueles pequenos problemas que nós transformamos em catástrofes, são, com as tuas palavras, simples. Reais e à escala!

Delicia-me lê-los, os teus textos.

(E neste entretanto, acho que me perdi).

 

Desculpa a falta de coerência deste correr de pensamentos!

 

diasdesiguais.blogspot.com 

AlgunsFebruary 8, 2009 5:20 pm

Chuva

CHOVE!

Chove…

Mas isso que importa!,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir a chuva que cai do céu
uma melodia de silêncio
que ninguém mais ouve
senão eu?

Chove…

Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama.